quarta-feira, 11 de julho de 2007

terça-feira, 10 de julho de 2007

Valeu!







Ando sem tempo, é mesmo só pra dizer que foi muitoooo bommmmmmmm...

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Love it or hate it?





Campanha da Marmite,vencedora do Leão de Prata, em Cannes
http://www.marmite.com/

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Até Jazzzz!



A partir de hoje e até sábado, a Quinta Magnólia acolhe o Funchal Jazz. O festival já vai na 8ª edição e a 'ementa', a exemplo dos anos anteriores (apesar da crise), é 'apetitosa'.

O arranque do programa desta noite (às 21h30) é da responsabilidade do projecto Mad Fun Group, composto por Luís Filipe (guitarra), Carlos Santos (piano), Gueorgy Titov (baixo) e José Pereira 'Rocé' (bateria), que se apresenta com um convidado especial -Rick Margitza, credenciado saxofonista americano. E para encerrar o programa irão subir ao palco Joel David Holmes (piano), Wayne Batchelor (contrabaixo), Kinah Boto (bateria) e Beverly Botsford (percussão) para acompanharem Nnenna Freelon, uma das divas do jazz que tem actuado, nomeadamente, com Ray Charles, Ellis Marsalis e Al Jarreau.

A evocação de Paulo Correia, pianista madeirense falecido a 1 de Fevereiro, marca o início da segunda noite do Funchal Jazz. "O Paulo, além de ser uma das melhores pessoas que conheci na vida, era um amante da música e mais concretamente do jazz e da bossa nova", escreveu Bruno Santos, guitarrista madeirense reconhecido como uma das figuras do jazz português. E como o espectáculo tem de continuar, Carlos Carli (bateria), com Diego Urcola (trompete), José Reinoso (piano), Jaime Muela (saxofones/flauta), Javier Colina (contrabaixo), irá espalhar o 'perfume' do jazz latino. Depois, as atenções voltam-se para os Roomful of Blues, um colectivo de oito músicos formado há quase 40 anos cujas actuações 'incendeiam' as plateias.

Ithamara Koorax e os San Francisco Jazz Collective são a proposta para o encerramento. Nascida no Rio de Janeiro e reconhecida pela 'Down Beat' uma das quatro melhores intérpretes de jazz do mundo, Ithamara Koorax tem uma discografia de luxo e colaborações com os melhores músicos. Já que referimos músicos, atenção aos San Francisco Jazz Collective, liderados por Joe Lovano(saxofone), que se faz acompanhar por mais sete mestres no ofício de interpretar bom jazz.

Após os concertos na Quinta Magnólia arrancam sessões no 'O'Briens Pub', animadas por 'Rafa 4andMore', que se prolongam pela madrugada. Uma feira do disco de jazz & blues (Quinta Magnólia) e uma prova de vinhos da Madeira, no dia 7 de Julho, às 17h30, no 'O'Briens Pub', complementam as acções paralelas do 8º Funchal Jazz.
Let's gooooooooooo....

quarta-feira, 4 de julho de 2007

cinema paradiso

Cinema Paraíso, de Giuseppe Tornatore. Que também é um dos filmes da minha vida.

Uma grande e emocionada homenagem ao cinema ou, como li algures numa crítica, uma carta de amor à influência do cinema nas nossas vidas. Para os mais velhos, é impossível não encontrar enormes semelhanças entre o ambiente do cinema da vila siciliana e a atmosfera dos pequenos cinemas de província portugueses, há muitos anos.

Esta é a maravilhosa cena final, uma das tais cenas da minha vida. Boto lágrima sempre, é infalível. A música de Ennio Morricone ajuda.

terça-feira, 3 de julho de 2007

...escrevi porque às vezes é preciso contrariar certas vontades...

Como água para chocolate


Já é velhinho este livro da Laura Esquível, no qual o México profundo do início do século passado serve de cenário à história de um amor impossível, apenas satisfeito através do estímulo de um dos sentidos: o paladar.
Na impossibilidade de Tita consumar o seu amor por Pedro, pela tradição que forçava a filha mais nova a ficar sempre solteira para cuidar da mãe na velhice, a bela jovem vai consumá-lo da forma mais original. É através dos aromas inigualáveis que saem da sua cozinha e que provocam estranhas sensações de prazer a quem prova estas iguarias que Tita se relaciona com Pedro.
Além da sedutora e original história de amor através da rica culinária, cada capítulo começa com uma receita. Para experimentar os apurados sabores mexicanos. Especialmente indicado para bons gourmets.
O livro foi adaptado ao cinema por Alfonso Arau, em 1992.
E deste livro eu digo: Quem me dera nunca ter lido, só para poder ler como quem nunca leu!

Não me apetece escrever nem coisas nem outras.
Não me apetece blogs.
Não me apetece.
Acontece.

Mas apetecia-me ir às Desertas...