segunda-feira, 30 de abril de 2007

Pra que conste.


Já li éne motivos que levaram as pessoas a criar blogues. Só criei o meu porque me apareceu "isso" à frente e como eram só 3 easy steps, lá fui step by step. Origem pouco profunda, não acham? Mas verdadeira.

Dia Internacional do Trabalhador


Em Portugal

A decisão da Comuna de Paris, de decretar o 1º de Maio como o Dia Internacional do Trabalhador teve repercussões no nosso país. Diz-nos José Mattoso (in História de Portugal, vol. 5), que houve um reforço da luta do movimento operário português em finais do séc. XIX sendo "em torno da associação e da greve que gravita o próprio movimento operário". Entre 1852 e 1910 realizaram-se 559 greves no nosso país. A subida dos salários, a diminuição da jornada de trabalho e a melhoria das condições de laboração eram as principais exigências dos operários.

Mas, segundo o mesmo autor, o movimento operário alcançava grande força quando "aquelas (associações) a que hoje chamaríamos propriamente «sindicatos» se juntavam com as recreativas, as de socorros mútuos e os centros políticos". Tal ficou demonstrado no 1º de Maio de 1900 que juntou em Lisboa cerca de 40 mil pessoas, numa altura em que "as classes médias ainda viam as organizações de trabalhadores com alguma simpatia".

Durante a I República não se deixou de festejar o Dia do Trabalhador, mas sublinhe-se que um dos primeiros diplomas aprovados, com a instituição do novo regime, dizia respeito ao estabelecimento dos feriados nacionais e destes não constava o dia do trabalhador. Em 1933 é decretada a "unicidade sindical" e o "controle governamental dos sindicatos" esmorecendo um movimento operário que só ganharia novo ânimo na década de 40. Durante o Estado Novo as manifestações no Dia do Trabalho (e não do Trabalhador) eram organizadas e controladas pelo Estado.

O primeiro 1º de Maio celebrado em Portugal depois do 25 de Abril foi a maior manifestação alguma vez organizada no país. Só na cidade de Lisboa juntaram-se mais de meio milhão de pessoas. Para muitos, foi a forma dos portugueses demonstrarem a sua adesão ao 25 de Abril, que uma semana antes restituía ao país a democracia.

Estão a falar comigo?



A forma como o Estado comunica com os seus cidadãos diz muito sobre o país que somos. (Visão 738)
P.S. Acho que tá tudo dito.

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Chiça!


"É agradável ter uma rapariga pela casa". Então não é! Publicidade desta já não se faz, pois não?

Vontades


Apetecia-me agora andar por aqui. Armada em turista...

Crime, disse ela.




Ando viciada em séries policiais: CSI’s, Infiltrados, Sem Rasto, Bones… É a única coisa que vejo ultimamente. Medicina legal, investigação forense, ossos, raciocínios inteligentes… Gosto.

quinta-feira, 26 de abril de 2007


Pois bem: estou imensa e genuinamente grata. Viva o 25 de Abril.
E agora, podemos passar à próxima revolução?