domingo, 29 de novembro de 2009


Regresso. Sem pretensões a nada que não seja um prazer inefável que se deixou adormecer, cansado de um mundo real que o ladeava, circunscrevia e abafava.
Fraquejou a vontade de revelar um mundo próprio que só as palavras poderiam trazer a outras vidas que não a minha. O espírito, essa essência desconhecida, essa entidade incorpórea que nos faz acreditar na unicidade dos carácteres, deixou-se arrastar para o seu próprio âmago, para o refúgio onde visa o reencontro com o molde original. E assim se deixou estar, observando a uma distância bem medida o tal mundo real, físico, que o cercava com uma ferocidade predatória.
Não estarei mais forte do que alguma vez terei sido. Estou apenas mais ciente deste mundo, o tal que é cão. Há quem diga que só se foge do que não se conhece. Pois bem... estou mesmo de volta. Um abraço, e até já.

P.S. E neste momento preciso mesmo de aspirinas e muito, muito chá de limão...

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Xiiiiiiiiiiiiii.............


Quem pensa que me afoguei naquele azul todo, desengane-se.
Impedimentos de vária ordem não me têm dado tréguas.
E é sempre estranho voltar depois de tanto tempo...
Mas volto. Sempre.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Bebedeiras de azul...

Pois é, não tenho andado por aqui...
Ando mergulhada neste azul.
Em bebedeiras deste azul. Quando recuperar, volto. Hasta!

terça-feira, 14 de julho de 2009

Prenda de anos


...Cada dia te é dado uma só vez
E no redondo circulo da noite
Não existe piedade
Para aquele que hesita.

Mais tarde será tarde e já é tarde.
O tempo apaga tudo menos esse
Longo indelével rasto
Que o não-vivido deixa.

Não creias na demora em que te medes.
Jamais se detém Kronos cujo passo
Vai sempre mais à frente
Do que o teu próprio passo...

Sophia de Mello Brayner Anderson

sexta-feira, 10 de julho de 2009

terça-feira, 7 de julho de 2009

Rabaçal em risco!!





“Se houvesse dúvidas, as imagens do projecto esclarecem que um teleférico nada tem a ver com o Rabaçal. É a expressão do novo-riquismo da pequena burguesia endémica.”
Aqui, neste blog. O assunto desenvolvido. Porque é urgente impedir mais um atentado.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Ética bloguista


Escrever como se ninguém lesse.
Escrever sabendo que alguém sempre lê.


- Foi assim que respondi a alguém que se questionava sobre o porquê de postar alguma coisa. Na altura fazia-me sentido. Agora duvido...