quinta-feira, 29 de março de 2007

Boa Páscoa!

Intervalo.


Porque vou embarcar toda a minha nostalgia insular num navio qualquer que passar...

terça-feira, 27 de março de 2007

Ninguém pia?

Alguém sabe como interagir com um anónimo que nos comentou o blogue? Sem email, sem blogue, sem nada que se saiba? Digam-me!! Tou em desespero de causa, se não for ele (quase) NINGUÉM comenta p**** nenhuma! E isto sem feedback nenhum é triste... (sim, é que um lacónico "bem" não é comentário nenhum)!
Volta, anónimo, tás perdoado!

Os filmes da minha vida... until now!




No Dia Mundial do Teatro


O Teatro foi uma manifestação cultural criada pela Civilização da Antiga Grécia.

O Teatro nasceu em Atenas, associado ao culto de Dionísio, deus do vinho e das festividades.

As representações teatrais tinham lugar em recintos ao ar livre, construídos para o efeito. Os teatros gregos tinham tão boas condições que os espectadores podiam ouvir e ver, à distância, tudo o que se passava na cena, mesmo tratando-se de uma assistência muito numerosa. Isso devia-se, por um lado, ao facto de as bancadas se abrirem em leque sobre a encosta de uma colina e, por outro lado, a diversos artifícios utilizados em cena.

Os actores usavam trajes de cores vivas e sapatos muito altos para ficarem com uma estatura imponente. Cobriam o rosto com máscaras que serviam quer para ampliar o som da voz, quer para tornar mais visível à distância, a expressão do personagem.

Um aspecto curioso é que, em cada peça, só existiam três actores, todos do sexo masculino. Cada um deles tinha que desempenhar vários papéis, incluindo os das personagens femininas. A representação dos actores, que actuavam na cena, era acompanhada pelos comentários do coro, que se movimentava na orquestra, juntamente com os músicos.

Havia dois géneros de representações: a tragédia e comédia.

As tragédias eram peças ou representações que pretendiam levar os espectadores a reflectirem nos valores e no sentido da existência humana.

As comédias eram, por sua vez, peças de crítica social que retratavam figuras e acontecimentos da sociedade da época, ridicularizando defeitos e limitações da actuação dos homens, provocando o riso na assistência.

segunda-feira, 26 de março de 2007

Saudosismos...


Vinicius, Chico Buarque, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Tom Jobim... referências musicais e poéticas da minha adolescência, das coisas boas desse período. Vinicius, esse poeta devasso que não se cansou de escrever (e viver) sobre as mulheres. Agora com um filme em sua homenagem. Saravá!

Toquinho: Aquarela (Toquinho / Vinícius)

Samba pra Vinicius - Toquinho, Quarteto em Cy, Chico Buarque

sexta-feira, 23 de março de 2007

quarta-feira, 21 de março de 2007

Efeito AXE!


Gosto muito de publicidade bem feita. Como esta.

Encontrei aqui

terça-feira, 20 de março de 2007

www.planetdan.net/pics/misc/georgie.htm

Sabe tão bem fazer isto ao bloody buster! Experimentem!

O dito por não dito : )

Pois, bem sei que disse que ia "blogar pra dentro" por uns tempos. Só que isto de botar post está a ficar meio compulsivo. E cá pra nós, blogar pra dentro é meio tristinho, pró deprimente mesmo. Então... Xô depressão!!

P.S. Comentador anónimo, mandar msn... hummm, não me parece. De todo.

sexta-feira, 16 de março de 2007


Vou ouvir o Chico Buarque. Porque sim. Eu sei porquê.

Tristeza não tem fim. Felicidade sim.

Tou triste. Muito. Tenho mau feitio, no que é suposto ser uma conversa, falo alto. Não sei pedir desculpa logo após o meu erro acontecer. "Você me acusa, e só me preocupa, agrava mais e mais a minha culpa. Eu faço e desfaço o contrafeito. O meu defeito é te amar demais". Pois é, Bethânia, parece que seu papo não convence. (Também já lá vão muitos anos com esse papo a rolar...)
Vou tar uns tempinhos sem "blogar" nada. Vou blogar pra dentro. Mas volto. Se sobreviver...

quarta-feira, 14 de março de 2007

Navegar é preciso...


Isto de ser ilhéu é complicado. Pelo menos pra mim. Algures, no meio do ano, instala-se uma claustrofobia, uma necessidade de evasão quase imperativa. Porque além dos limites que a geografia nos impõe, há os limites das mentalidades. E é quando começo a viajar. As viagens que eu faço... Agora tou na Patagónia com o Luís Sepúlveda. Hasta la vista!

Sugestões...


Porque gosto de ver fotografias artísticas. Aliás, embora gostos não se discutam, acho que não conseguiria compreender alguém que não aprecie fotos com tamanha sensibilidade e bom gosto.

Aparições precisam-se!


Eu acho que a justiça no nosso país deveria ser tipo a Nossa Senhora.
Convém aparecer de vez em quando senão a dúvida instala-se.

terça-feira, 13 de março de 2007

Companhia...

Parece que já não ando práqui sozinha! Já tive 1 comentário no meu blogue! nananana… Obrigada anónimo(a) por leres o meu pobre blogue. Será que ando com falsas modéstias? Será? Nã, inda não percebo nada disto, essa é que é essa...

Oh, a Lua...



Soneto do Corifeu

São demais os perigos desta vida
Para quem tem paixão, principalmente
Quando uma lua surge de repente
E se deixa no céu, como esquecida.
E se ao luar que atua desvairado
Vem se unir uma música qualquer
Aí então é preciso ter cuidado
Porque deve andar perto uma mulher
Deve andar perto uma mulher que é feita
De música, luar e sentimento
E que a vida não quer, de tão perfeita.
Uma mulher que é como a própria Lua:
Tão linda que só espalha sofrimento
Tão cheia de pudor que vive nua.
Vinicius de Moraes

Mia Couto. Porque é um escritor que eu gosto tanto. Porque escreve coisas tão pertinentes.

"Os Sete Sapatos Sujos"

Não podemos entrar na modernidade com o actual fardo de preconceitos. À porta da modernidade precisamos de nos descalçar. Eu contei “Sete Sapatos Sujos” que necessitamos de deixar na soleira da porta dos tempos novos. Haverá muitos. Mas eu tinha que escolher e sete é um número mágico:

Primeiro Sapato
A ideia de que os culpados são sempre os outros.

Segundo Sapato
A ideia de que o sucesso não nasce do trabalho.

Terceiro Sapato
O preconceito de que quem critica é um inimigo.

Quarto Sapato
A ideia de que mudar as palavras muda a realidade.

Quinto Sapato
A vergonha de ser pobre e o culto das aparências

Sexto Sapato
A passividade perante a injustiça.

Sétimo Sapato
A ideia de que, para sermos modernos, temos que imitar os outros.

Vagin'arte : )


No Porto da Cruz. Há dias passei por lá. E esta "pseudo escultura" pareceu-me o que parece a toda a gente. Uma vagina gigante. Tá fora de contexto. Tá fora do bom gosto. Enfim, querem-nos impingir "arte" à força. As coisas que se fazem em nome da arte!! BenzóDeuz!

segunda-feira, 5 de março de 2007

Sem tempo pra escrever pra me ler...


Pois é, bem sei que ninguém nem me visitou mas quero lá saber! Gosto de ir debitando por aqui umas coisitas, ora essa! Chamem-me egocêntrica! E ando sem tempo para isso, pronto. Mas voltarei às escritas, ó ó...