terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Xiiiiiiiiiiiiii.............


Quem pensa que me afoguei naquele azul todo, desengane-se.
Impedimentos de vária ordem não me têm dado tréguas.
E é sempre estranho voltar depois de tanto tempo...
Mas volto. Sempre.

terça-feira, 11 de Agosto de 2009

Bebedeiras de azul...

Pois é, não tenho andado por aqui...
Ando mergulhada neste azul.
Em bebedeiras deste azul. Quando recuperar, volto. Hasta!

terça-feira, 14 de Julho de 2009

Prenda de anos


...Cada dia te é dado uma só vez
E no redondo circulo da noite
Não existe piedade
Para aquele que hesita.

Mais tarde será tarde e já é tarde.
O tempo apaga tudo menos esse
Longo indelével rasto
Que o não-vivido deixa.

Não creias na demora em que te medes.
Jamais se detém Kronos cujo passo
Vai sempre mais à frente
Do que o teu próprio passo...

Sophia de Mello Brayner Anderson

sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Volto em breve...

terça-feira, 7 de Julho de 2009

Rabaçal em risco!!





“Se houvesse dúvidas, as imagens do projecto esclarecem que um teleférico nada tem a ver com o Rabaçal. É a expressão do novo-riquismo da pequena burguesia endémica.”
Aqui, neste blog. O assunto desenvolvido. Porque é urgente impedir mais um atentado.

quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Ética bloguista


Escrever como se ninguém lesse.
Escrever sabendo que alguém sempre lê.


- Foi assim que respondi a alguém que se questionava sobre o porquê de postar alguma coisa. Na altura fazia-me sentido. Agora duvido...

terça-feira, 30 de Junho de 2009

Encontros e desencontros


Já reflecti muitas vezes acerca da importância de algumas pessoas nas nossas vidas. Ainda assim, não consegui chegar a certeza nenhuma que me garanta algum significado.
Cruzamo-nos e descruzamo-nos diariamente com um sem número de pessoas. Dessas, as que se intrometem no nosso caminho não perguntam (nem respondem) se vão de passagem ou se vão acampar nas nossas vidas. Também não sabemos responder às perguntas que não temos acerca delas. Ainda gostava de um dia conseguir ter um mecanismo diferenciador (leia-se medidor) do espaço que cada uma vai ocupar em mim. Qual será o indicador que faz com que algumas permaneçam? Essas que tampouco precisam de estar fisicamente? Essas que, mesmo longe, guardamos em nós? Essas que a nós se agrafam e que sem esforço algum mantemos tatuadas na memória? Não acredito no acaso do destino, menos em encontros fortuitos. Talvez sejam perguntas sem resposta.
Talvez só assim faça sentido.
Faz mais sentido, aliás.
Faz muito mais sentido.